Rodrigo Pacheco defende mobilização dos Poderes na defesa da credibilidade do sistema eleitoral

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Ao participar do seminário ”O equilíbrio dos Poderes”, promovido pela organização ‘Esfera Brasil”, na sexta-feira (19), em São Paulo, o presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que cabe aos Poderes a mobilização na defesa da credibilidade e do fortalecimento do sistema eleitoral brasileiro por meio da confiança na justiça eleitoral.

Pacheco ressaltou que as instituições precisam se pautar pelo respeito à independência entre si, como uma maneira de reforçar o equilíbrio e a defesa da democracia brasileira, sob a ótica da Constituição Federal, para a manutenção do estado de direito. O senador ressaltou ainda que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entregará à população o resultado transparente do pleito de 2022, que permita ao país seguir com estabilidade política e na busca do desenvolvimento econômico e social.

O senador lembrou que a atuação da Justiça Eleitoral é essencial para a democracia. “É fundamental que tenhamos a clareza de que, para este equilíbrio neste momento atual, em que se discutem propostas, ideias e candidaturas, que nós temos um poder isento, um poder que não disputa as eleições e nem tem parcialidade, para poder cuidar do nosso processo eleitoral”, afirmou. Pacheco participou da rodada de debates ao lado do ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.

Rodrigo Pacheco assegurou, mais uma vez, que o presidente da República, escolhido pelos eleitores, será empossado no dia 1º de janeiro de 2023. “Todos nós comungamos de um mesmo sentimento, de que o Brasil precisa ter estabilidade, de que o Brasil precisa ter responsabilidade. E essa responsabilidade é de todas as instituições, inclusive dos Poderes constituídos, para que tenhamos, então, um ambiente para poder ter aquilo que todos pregam, que todos desejam verdadeiramente, que é um ambiente de progresso do nosso país”, destacou.

(Ascom)

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