Desafios da Advocacia foi o tema de palestras promovidas pela OAB Jovem de Guaxupé

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A Comissão da OAB Jovem, com o apoio da direção da 57ª Subseção da instituição, com sede em Guaxupé, promoveu na quinta-feira, 1º de setembro, a partir das 19 horas, no clube denominado “Camisa 10”, um ciclo de palestras com o tema “Desafios da Advocacia”.

O evento foi aberto pelo presidente da subseção, Dr. Marco Antônio Alves e teve como palestrantes o juiz da Primeira Vara Cível da Comarca local, Dr. Milton Biagione Furquim, e os advogados Antônio Benedito do Nascimento, Alexandre Magnoni, Renato Ximenes e Solange Pedrosa.

O intuito do evento foi a interação e a troca de informações e de experiências dos advogados mais velhos com os mais novos e com os iniciantes na carreira.

Conforme explicou o presidente da subseção, é de fundamental importância que os profissionais que estão ingressando na carreira jurídica se valham da experiência dos mais velhos, principalmente na condução das “audiências”, ocasião em que são ouvidas as testemunhas arroladas nos autos judiciais; do respeito que todos devem dispensar aos magistrados, porém agindo com firmeza e sem se sentirem intimidados pelo juiz que conduz os processos.

 

Alexandre Magnoni

O primeiro a discursar foi o advogado Alexandre Magnoni, falou de sua experiência de seus 32 anos de militância; que o profissional do Direito acaba “incorporando” os problemas do cliente e que em determinados casos são muito complicados.

Na concepção de Alexandre uma das áreas que mais exige do advogado é a trabalhista patronal, com prazos extremamente curto para se manifestar no processo.

Para ele, o profissional do Direito, assim como o da Medicina, precisa estudar muito, acompanhando a evolução do ordenamento jurídico e, principalmente, das novas modalidades dos processos eletrônicos.

 

Solange Pedroza

Solange Pedroza, que também representa a ala dos profissionais há mais tempo na militância; discorreu a respeito das dificuldades que os advogados mais velhos têm no manuseio dos computadores, tendo em vista a informatização dos processos judiciais, porém acrescentou que os mais jovens têm muita facilidade com a tecnologia da informação, o que muito ajuda na condução dos processos.

Ela lembrou das dificuldades nos tempos em que as peças processuais eram elaboradas em “máquina de escrever”, com o uso de papel carbono.

Finalmente ela esclareceu que o advogado não pode ter “vergonha” de pedir ou de reivindicar, pois não está pleiteando para si, mas no resguardo do cliente, que muitas vezes é pobre e que necessita do que está sendo reivindicado para a própria sobrevivência.

 

Renato Ximenes´

No entendimento de Renato Ximenes, a classe precisa ter mais união para que as pessoas deem mais valor no trabalho desenvolvido pelos profissionais do Direito em favor dos clientes.

 

Juiz Milton Furquim

Dr. Milton Furquim falou das dificuldades que enfrentou quando ingressou na carreira de advogado e dos desafios que enfrentou, principalmente durante a realização de audiências e da firmeza que teve que adotar na salvaguarda dos direitos de seus constituintes.

Já como magistrado, expressou que na atividade judiciária os juízes estão no mesmo nível dos advogados, que apesar do juiz ter o poder de decisão no final do processo, ele não está acima do advogado.

No final de sua fala ele foi aplaudido com uma longa e calorosa salva de palmas.

 

Jantar Festivo

No final do evento foi servido um jantar especial para os presentes, com música ao vivo, cuidadosamente preparado pela Comissão de Esportes das Mulheres Advogadas, permitindo  uma melhor interação entre os advogados mais experientes e os iniciantes.

 

Colaborou: Wilson Ferraz

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