JOVENS DESAPARECIDOS NA GRANDE FLORIANÓPOLIS FORAM MORTOS POR FACÇÃO, DIZ PMSC

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O portal de notícias catarinense Jornal Razão divulgou na tarde da quarta-feira, dia 31, informações obtidas com exclusividade junto a fontes ligadas à Agência de Inteligência da Polícia Militar de Santa Catarina afirmando que os jovens desaparecidos foram mortos por integrantes do PGC (Primeiro Grupo Catarinense), facção com forte atuação em Santa Catarina. Os corpos, conforme o relato, teriam sido enterrados em local ainda desconhecido, num suposto ‘cemitério da facção’.
As mesmas fontes apontam que o grupo teria sido identificado ou confundido como ligado ao PCC, facção originária de São Paulo e com atuação também em Minas Gerais. A suspeita é de que gestos feitos em fotos e vídeos publicados em redes sociais, como o sinal conhecido como “Tudo 3”, interpretado no meio criminoso como referência ao PCC, possam ter contribuído para o desfecho trágico.
Familiares sempre afirmaram que os jovens estavam em Santa Catarina exclusivamente em busca de trabalho, sem qualquer envolvimento com o crime. Comentários de parentes reforçam que tatuagens ou gestos em fotos não indicam histórico criminal, e que eles não tinham passagens pela polícia.
As famílias seguem cobrando respostas, enquanto as forças de segurança intensificam os trabalhos para esclarecer o que aconteceu naquela madrugada. Novas atualizações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações oficiais.
Bruno Máximo da Silva, 28 anos, Daniel Luiz da Silveira, 28, Guilherme Macedo de Almeida, 20, e Pedro Henrique Prado de Oliveira, 19,haviam sido vistos pela última vez no dia 28, domingo.

Correio Sudoeste Com informações de Jornal Razão

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