SESI inaugura nova unidade em Extrema no Sul de Minas 

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Foto: Gustavo Yabu

Investimento total no novo prédio foi de R$ 13,5 milhões

O SESI inaugurou, na manhã desta sexta-feira, sua unidade em Extrema, no Sul de Minas, com o objetivo de fortalecer a indústria, valorizar o território e conectar pessoas ao futuro por meio da educação.

A nova unidade do SESI no Sul de Minas busca ampliar a formação de estudantes em um dos territórios industriais e logísticos mais estratégicos do país, preparando jovens para participar ativamente do desenvolvimento econômico, tecnológico e humano da região.

┃ Inaugurar escola é inaugurar um templo de crescimento, onde as pessoas se formam enquanto seres humanos, mas também se preparam enquanto profissionais para enfrentar a vida moderna. E a escola do SESI dialoga com a tecnologia, com esse mundo digital que se faz presente na vida dos alunos e que muitas vezes não está presente no sistema de ensino tradicional, destacou o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe.

Foram investidos R$ 12 milhões na construção da unidade e R$ 1,5 milhão em mobiliário e novas tecnologias, incluindo tablets, robótica e óculos de realidade virtual.

O novo prédio possui 14 salas de aula, com capacidade para 800 alunos na educação básica em dois turnos e até 1.600 estudantes em operação compartilhada com o SENAI em três turnos.

A estrutura também inclui biblioteca ampliada e laboratórios de Artes, Robótica e Ciências.

┃ O Sul de Minas vive um momento muito positivo de expansão industrial e atração de investimentos. Para sustentar esse crescimento, é fundamental investir na formação de pessoas. O SESI cumpre exatamente esse papel: oferecer educação de qualidade e preparar jovens para os desafios da indústria moderna, ressalta Rodrigo Costa, vice-presidente da Regional Sul da FIEMG.

Segundo Christiano Leal, superintendente regional do SESI e diretor regional do SENAI em Minas Gerais, a nova unidade fortalece a integração entre educação básica e formação técnica.

┃ Já operávamos em Extrema com uma unidade do SENAI que foi transformada em uma unidade integrada SESI e SENAI, conectando a qualidade da educação básica do SESI com a formação técnica de referência do SENAI para formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho de Extrema e região.

┃ Estamos materializando um sonho antigo de ter uma escola de educação básica em Extrema. Começamos aqui há três anos nas estruturas do SENAI. Aproveitamos a tradição que o SENAI já tem na cidade e já iniciamos as aulas de 2026 no novo prédio. Temos certeza de que vamos não só consolidar o SESI, mas expandir e transformar vidas a partir da educação, complementa Leal.

A nova unidade do SESI em Extrema oferece ensino fundamental II e ensino médio, contemplando do 1º ao 6º ano do fundamental II, além da 1ª, 2ª e 3ª séries do ensino médio. A formação profissionalizante é oferecida na unidade do SENAI, localizada ao lado da nova escola.

  • Identidade do território

Extrema se consolidou como um dos principais polos logísticos do Brasil, reunindo grandes centros de distribuição e operações industriais que abastecem importantes mercados consumidores.

Localizada na divisa com São Paulo, a cidade é considerada porta de entrada de Minas Gerais e está conectada a importantes corredores rodoviários, desempenhando papel estratégico na circulação de mercadorias e na integração das cadeias produtivas.

Além da vocação industrial e logística, a região também possui forte identidade cultural e ambiental, marcada pela valorização da vida comunitária, do patrimônio local e por iniciativas pioneiras de preservação ambiental.

Entre essas iniciativas destaca-se o programa Conservador das Águas, referência nacional em proteção de nascentes, conservação de recursos hídricos e sustentabilidade.

O Projeto Conservador das Águas, localizado em Extrema (MG), é uma iniciativa pioneira de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) que completou 20 anos em 2025. O programa recompensa financeiramente produtores rurais que adotam práticas de conservação e recuperação ambiental em suas propriedades.

Marina Rigueira
Imprensa FIEMG

 

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