Caminhão Chevrolet que ajudou a construir a Escola Agrotécnica de Muzambinho mantém viva uma história de 75 anos

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Algumas máquinas ultrapassam a função para a qual foram fabricadas e se transformam em verdadeiros patrimônios da memória. É o caso de um caminhão Chevrolet, que, segundo o técnico agrícola Vitor Hugo do Nascimento, participou do transporte de pedras utilizadas na construção da quase centenária Escola Agrotécnica de Muzambinho.
A fotografia resgata um capítulo importante da história do município. Em uma época em que grande parte do trabalho era realizada com esforço manual e poucos recursos, o caminhão desempenhou um papel essencial no transporte dos materiais que deram origem a uma das instituições de ensino agrícola mais tradicionais do Brasil.
Passadas mais de sete décadas, o veículo continua em atividade, um fato que desperta admiração. De acordo com Vitor Hugo, o caminhão permanece em excelentes condições graças ao cuidado e ao zelo de seu atual proprietário, que preserva cada detalhe dessa verdadeira relíquia sobre rodas.
São aproximadamente 75 anos de história, carregando não apenas cargas, mas também lembranças de uma época em que o desenvolvimento de Muzambinho era construído com trabalho, dedicação e perseverança.
O velho Chevrolet atravessou gerações, viu a cidade crescer e continua percorrendo estradas, tornando-se um símbolo da resistência e da durabilidade de uma época em que os veículos eram feitos para durar.
Para quem conhece a história da Escola Agrotécnica, hoje referência na formação de profissionais do campo, saber que um caminhão que ajudou em sua construção ainda segue em funcionamento é motivo de orgulho e emoção. Mais do que um veículo antigo, ele representa um elo entre o passado e o presente, preservando a memória de homens e mulheres que contribuíram para escrever a história de Muzambinho.
Enquanto muitos equipamentos históricos ficaram apenas nas fotografias, este Chevrolet continua rodando, lembrando que algumas histórias não enferrujam. Elas seguem vivas, quilômetro após quilômetro, mantendo acesa a memória de um tempo que ajudou a construir o futuro da cidade.

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