Tadeu Sequalini é produtor de café de Monte Belo e investe em fruta exótica, a pitaya, para agregar renda na entressafra do cafezal.
A fruta de origem mexicana conquistou o paladar dos brasileiro. No Sul de Minas, o cafeicultor investiu no pomar de pitaya e está satisfeito com a colheita deste ano.
“Venho investindo em frutas exóticas para abastecer o mercado regional. Primeiro foi a lichia que já tem consumidor certo nas festas de fim de ano. Agora estou bem safisfeito com a pitaya. Este ano, se não fosse a geada que atingiu uma parte boa do pomar, iriamos ter uma colheita bem maior. Os frutos tem atingido um tamanho ideal para o padrão exigido pelo mercado. Também conseguimos ter a variedade mais procurada que é a pitaya de polpa vermelha”, conta Sequalini.
Existem no mercado três variedades: amarela, a vermelha e a de polpa branca. A a fruta está se popularizando por causa das suas propriedades nutricionais. Quem desejar entrar no mercado deve se informar, buscar boas mudas e saber que o manejo exige cuidados, afinal a planta é um cacto com bastante espinhos.
A colheita não é fácil. Os pés de pitaya possuem grandes espinhos, mas a caixa cheia tem destino certo, o mercado regional que absorve a produção. Na área plantada por Tadeu, o manejo, tratos culturais e colheita é feita por ele. Uma cultura que exige cuidados e observação na escolha do local para plantio, é muito sensível a geadas.
(Colaborou: Valéria Vilela)