Forças de segurança se reúnem com Zema para discutir recomposição salarial

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
IMPRIMIR
Share on facebook
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

Representantes das forças de segurança pública de Minas se reuniram com o governo do Estado na terça-feira (22), um dia após a manifestação das forças de segurança de Minas que determinou a paralisação dos servidores. Integrantes dos bombeiros e polícias Penal, Militar e Civil reivindicam a recomposição salarial.
Segundo o governo de Minas, o assunto é prioridade e novas reuniões estão previstas para a semana. A administração diz reconhecer a necessidade da recomposição salarial das forças de segurança e de todas as categorias do funcionalismo estadual, pautado por critérios de responsabilidade e previsibilidade fiscal.

Participaram da reunião desta terça o governador Romeu Zema (Novo), o secretário de Justiça e Segurança Pública, Rogério Greco; o comandante da PM, Coronel Rodrigo Sousa Rodrigues; o comandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Edgard Estevo; o chefe da Polícia Civil, Dr. Joaquim Francisco Neto e Silva; além de outros membros do Estado e das forças policiais.

Após a votação favorável à paralisação na segunda-feira (21), os policiais se organizam para viabilizar a diminuição dos serviços até que uma proposta de reajuste dos vencimentos seja apresentada pelo Estado.

À reportagem, o presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares (Aspra-MG), Sargento Marco Antônio Bahia, uma cartilha de orientações para os militares será enviada aos servidores nos próximos dias. O policial também falou sobre as negociações com o governo estadual.
“Na reunião, deixamos bem claro que a gente não discute qualquer hipótese da recomposição estar atrelada ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e à venda da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig). Além disso, qualquer tratativa feita em reunião será antes levada para aprovação da categoria”, afirma.
As polícias Civil e Penal enviaram as orientações para os servidores na terça-feira (22). Entre as medidas adotadas pelos policiais civis, se destacam a realização de apenas 30% dos registros de ocorrência e da documentação veicular. Além disso, o IML se limita a recolher corpos em vias públicas e residências.

(HOJE EM DIA)

Notícias Recentes