Muzambinho, 12 de julho de 2024

Assassino em série continua fugindo das polícias de Goias e do DF há sete dias

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Dois policiais de Goiás foram baleados na terça-feira (15), durante confronto com o assassino em série Lázaro Barbosa Sousa, 33 anos, na zona rural de Edilândia.

Já são sete dias em que as forças de segurança tentam capturar o assassino  que anda espalhando medo, na zona rural, divisa entre Distrito Federal e Goiás.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, os dois policiais foram atingidos de raspão.

O agente foi encaminhado para um hospital em Goiânia, já o tenente que levou um tiro no rosto, foi  transportado de helicóptero para Anapólis.

Lázaro era um presidiário que fugiu, ao ser beneficado por num “saidão”. Recapturado e apesar de um relatório oficial o considerar “perigoso”, ganhou novamente outro benefício, em 2018, o de cumprir a pena em regime semiaberto. Então, ele fugiu novamente e seguiu em sua carreira criminosa.

https://youtu.be/opSlnG-BLMQ 

Uma força-tarefa foi criada com policiais militares, civis, rodoviários e federais, que trabalham em conjunto no patrulhamento. Durante o dia, eles cortam o cerrado para realizar as buscas com ajuda de cães farejadores, as propriedade rurais da região estão sendo monitoradas e dois helicópteros auxiliam nos trabalhos. As rodovias também estão bloqueadas.

Durante a noite, o trabalho continua com os cães e reforço de drones, que medem temperatura corporal,  mas até agora o assassino continua foragido.

Lázaro ganhou as manchetes, na última quarta (09),  depois do triplo homicídio na chácara de uma família de floricultores, na região do Incra 9, na zona rural da Ceilândia.

O pai, Cláudio Vidal, 48 anos, e os dois filhos, Gustavo Vidal, 21 anos e Carlos Eduardo Vidal, 15 anos  foram brutalmente assassinados com tiros e golpes de faca,  a mãe foi raptada por Lázaro.

No sábado (12), o próprio irmão de Cleonice Marques de Andrade, 43 anos, encontra seu corpo no córrego da Coruja, sem roupas.

Desde então, Lázaro invadiu algumas propriedades rurais, sempre em busca de mantimentos. Até o momento as únicas vítimas fatais continuam sendo a família de floriculturistas. Três pessoas continuam internadas, depois de terem trocado tiros com ele.

Muitos moradores da região estão saindo de suas casas, buscando abrigo nas casas de parentes. Com medo, os comerciantes da região, em sua maioria, estão de portas fechadas.

 

 

(Francine Marquez – Diário do Poder)

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