CINCO PESSOAS MORRERAM: Tragédias no Trevo em Areado

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A sequência de acidentes fatais na MGC-491 revela um cenário de descaso e exige medidas imediatas de segurança.

O “Trevo da morte”, como tristemente vem sendo chamado pela população local, sofre com a negligência evidenciada pela falta de iluminação adequada e sinalização precária. Este quadro catastrófico culminou recentemente com a morte de duas jovens na madrugada de sexta-feira, 4 de maio de 2024, marcando outra página trágica para a cidade de Areado, que se vê enlutada e clamando por mudanças.

Em meio à escuridão que se estende por grande parte do Trevo da MGC-491, em Areado, a comunidade enfrenta uma realidade sombria marcada por perdas e desolação. Nos primeiros cinco meses de 2024, um lugar que deveria ser um ponto de passagem tornou-se um cenário de luto e desespero. Uma série de acidentes, que resultou na morte de cinco pessoas e deixou várias feridas, acendeu o alerta para uma crise de segurança viária que não pode mais ser ignorada.

Notavelmente, estes eventos alarmantes sucedem sob a égide da responsabilidade da concessionária de pedágios, mesmo antes da implementação das cobranças previstas. A situação impõe questionamentos sérios sobre a efetividade das ações preventivas de segurança e manutenção viária por parte das autoridades competentes e da concessionária envolvida.

Urge o chamado à ação. É imperativo que os deputados estaduais Cássio Soares (PSD), Rodrigo Lopes (União Brasil) e Luizinho (PT) tomem conhecimento da gravidade das circunstâncias e exerçam sua influência e autoridade para garantir a implementação imediata de medidas corretivas. A população de Areado e os usuários da MGC-491 não podem continuar à mercê de um destino tão cruel e evitável.

Entre as demandas críticas estão a implantação de iluminação adequada no trevo, a melhoria na sinalização e a realização de um estudo técnico detalhado, objetivando a implementação de soluções de engenharia viária que poderão salvar vidas.

O tempo para ações paliativas já passou. A comunidade exige, e com razão, intervenções concretas que reflitam um compromisso genuíno com a preservação da vida e a segurança pública. A memória das vítimas e o sofrimento de suas famílias não podem ser em vão. Chega de tragédias! Faz-se necessária uma resposta rápida e eficaz que restaure a fé na segurança das estradas de Minas e na responsabilidade dos que têm o poder de fazer a diferença.

 

 

(fonte: Minas Acontece)

 

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