Muzambinho, 9 de maio de 2024

Dia dos Namorados impacta quase 60% do comércio varejista mineiro

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
IMPRIMIR
Share on facebook
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

De acordo com a Fecomércio MG e a CNC, em Minas Gerais, a data deve movimentar R$ 177,6 milhões em vendas, com tíquete entre R$ 70 e R$ 200

O Dia dos Namorados encerra o calendário de datas comemorativas do primeiro semestre do ano. O período é marcado pelo forte apelo emocional e comercial, impactando 57,4% das empresas do varejo de Minas Gerais. É o que mostra a pesquisa “Expectativa do Comércio Varejista – Dia dos Namorados 2021”, elaborada pela área de Estudos Econômicos da Fecomércio MG.

Neste ano, a data promete ser mais promissora para o varejo nacional. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), R$ 1,8 bilhão devem ser movimentados no período. O valor representa uma alta de 29,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando houve o início do processo de flexibilização da economia após as restrições impostas pela pandemia. Em Minas Gerais, a data deve gerar R$ 177,6 milhões.

A economista da Fecomércio MG, Gabriela Martins, explica que a flexibilização das atividades pode justificar essa expectativa. “Diferentemente das outras datas comemorativas, como o Dia das Mães, o Dia dos Namorados acontece em um período com maior abertura do comércio. Diante desse cenário, 45,7% dos empresários acreditam em vendas melhores neste ano, sentimento justificado pelo otimismo/esperança (59,4%) e pelo valor afetivo da data (31,7%).”

Entre os segmentos econômicos mais beneficiados se destacam: livros, jornais, revistas e papelaria (90,0%); tecido, vestuário e calçados (75,9%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (60,7%); supermercados, hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (48,6%); e móveis e eletrodomésticos (42,9%).

Por outro lado, 29% dos empresários afirmaram que as vendas serão piores em comparação ao ano passado, devido, principalmente, à pandemia (78,1%), à crise econômica (40,6%), à falta de dinheiro e ao desemprego (18,8%). “Para driblar essa situação e atrair os clientes, 45,7% dos empresários devem investir em propaganda, 34,8% em promoções e liquidações e 6,3% devem apostar em outras estratégias como sorteios/brindes e vendas on-line”, explica a economista.

De acordo com a análise, para 47,5% dos empresários, o tíquete médio para o Dia dos Namorados deve variar entre R$ 70,00 e R$ 200,00. A principal forma de pagamento deve ser o cartão de crédito (71,5%), com uma ou mais parcelas. Além disso, 92,7% dos empresários acreditam que os consumidores devem ir às compras nos dias que antecedem a data.

A pesquisa foi realizada com 402 empresas de dez regiões de planejamento do estado (Alto Paranaíba, Central, Centro-Oeste, Jequitinhonha-Mucuri, Noroeste, Norte, Rio Doce, Sul de Minas, Triângulo e Zona da Mata) de forma a torná-la mais abrangente e completa. A margem de erro da análise, realizada entre 10 e 14 de maio, é de 5 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.

(ASCOM / Fecomércio MG)
 

 

Notícias Recentes