Durante o lançamento de revista em Mococa/SP, o colaborador deste jornal foi homenageado

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Aconteceu, na última sexta-feira, 24 de abril, a partir das 17h30, no salão paroquial Dona Bebé Camargo, a solenidade de lançamento de uma revista comemorativa aos 170 anos da Freguesia de São Sebastião da Boa Vista, da atual cidade de Mococa, SP, abrangendo o período compreendido entre 1856 e 2026.

A revista foi publicada por iniciativa do Instituto Bruno Giorg e contou com o patrocínio da Paróquia de São Sebastião, da Associação Comercial e Industrial de Mococa e de empresários daquela cidade.

Atuaram como articulistas da publicação os pesquisadores e membros do Instituto Bruno Giorgi: Antonino da Silva, José Cândido Santos Carvalho, Leonardo Borgheti Marques Falarini Belotti, o maestro Coelho de Moraes, Maria Aparecida da Silva Correa de Oliveira, Luís Renato Thadeu Lima, Sander Rogério Ribeiro Pereira, Vera Lúcia Benevides, Wilson Remédio Ferraz e o Padre Wladimir Porreca, que enobreceram o projeto com suas contribuições. Eles tiveram a liberdade de escolha quanto aos temas abordados.

A revista reúne histórias marcantes da cidade de Mococa, dos distritos de Igaraí e de São Benedito das Areias, da trajetória da Paróquia de São Sebastião, da Associação Comercial e Industrial, da Maçonaria, além dos chamados ramais ferroviários, do Rio Pardo e de Mococa, e teve como editores o Prof. Dr. José Cândido Santos Carvalho e o advogado e presidente da Comissão de Cultura da 88ª Subseção da OAB/SP, Dr. Leonardo Belotti.

 

0s 170 anos da Paróquia

Fundamentado em fontes primárias seguras, o advogado, pesquisador, historiador e colaborador da imprensa em São José do Rio Pardo, Dr. Leonardo Belotti retrata os 170 anos de existência da Paróquia de São Sebastião com riqueza de detalhes e com datas precisas, com a história dos templos religiosos e dos 25 sacerdotes e seus paroquiatos.

 

A Maçonaria em Mococa

Numa publicação inédita o Prof. Dr. Antonino Silva retrata em minúcias e detalhes a história da Maçonaria em Mococa, desde a criação da “Loja Caridade Mocoquense”, em 06 de agosto de 1892, os primeiros veneráveis, os membros, com suas respectivas profissões, e visitantes ilustres, entre outros dados.

 

Os ramais férreos

Já o pesquisador, historiador e colaborador deste jornal, Wilson Ferraz, a partir de pesquisas realizadas nos arquivos da extinta Cia. Mogiana e nos arquivos do extinto Cartório do Escrivão de Paz de Dores do Guaxupé, retrata em minúcias a criação do primitivo ramal ferroviário entre Casa Branca e São José do Rio Pardo e o posterior prolongamento até a estação de Canoas, passando por Mococa.

De forma inédita, Wilson reporta a movimentação de mercadorias nas estações de Casa Branca, Mococa e Canoas, bem como o número de imigrantes que desembarcaram nestas estações entre os anos de 1887 e 1904. Finalmente ele aponta os detalhes que levaram à desativação definitiva da estação de Mococa.

 

Homenagens

Naquela oportunidade foram outorgados os títulos e diplomas de “Guardião da História e da Cultura Mocoquense” ao Prof. Dr. Antonino da Silva; de Patronesse do “Triângulo Cultural, Mococa, São José do Rio Pardo e Casa Branca” à Professora Dra. Carmen Cecília Trovatto Maschietto; e de patronos do triângulo cultural aos pesquisadores: Luís Renato Thadeu Lima e a Wilson Ferraz, colaborador deste jornal.

 

Coquetel

Encerrando a solenidade, foi servido um coquetel aos presentes, oportunidade em que os convidados puderam se interagir com os membros do Instituto, inclusive a respeito das histórias reportadas na revista.

 

(Colaborou: Wilson Ferraz)

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