Muzambinho, 23 de maio de 2024

Rodrigo Pacheco afirma que edital de concessão das BR’s 381 e 262 é um “marco”

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 O presidente do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (Democratas-MG), participou, na quarta-feira (1º), da cerimônia de lançamento do edital de concessão das BR’s 381 e 262, entre Minas Gerais e Espírito Santo, no Senado Federal. O senador mineiro considerou a iniciativa um “marco”, que traz esperança na resolução de uma das principais reivindicações de parcela expressiva dos mineiros, a duplicação da BR-381, conhecida como a “rodovia da morte”, para se transformar, de fato, em uma via de integração nacional.

“A nossa intenção é acabar com esse estigma da rodovia da morte. Há ainda um caminho pela frente, que é o da concessão efetivada, do início das obras, da realização dessas obras, sendo que algumas obras já andaram nas BR’s 381 e 262. Então, o nosso objetivo é melhorar as condições de segurança viária, consequentemente a preservação de vidas e facilitar o desenvolvimento econômico de Minas Gerais e do Espírito Santo, que no final das contas é muito importante para o desenvolvimento econômico nacional”, afirmou Rodrigo Pacheco.

Ao lado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), dos senadores Antonio Anastasia (PSD-MG), Carlos Viana (PSD-MG) e Fabiano Contarato (Rede-ES), e de deputados federais mineiros e capixabas, o presidente do Senado ainda ressaltou a importância da união da bancada mineira em prol da defesa dos interesses de Minas.

*Edital*

Segundo o edital da licitação da concessão, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, o leilão vai ocorrer no dia 25 de novembro deste ano. A empresa vencedora vai ser responsável por gerir cerca de 690 quilômetros das rodovias, no trecho que se inicia na BR-381, que liga Belo Horizonte a Governador Valadares, e o trecho da BR 262, entre João Monlevade (MG) e a cidade de Viana, no Espírito Santo. Além da exploração da via, no documento estão previstas a prestação de serviço público de recuperação, operação, manutenção, monitoração, conservação e implantação de melhorias. O contrato terá duração de 30 anos, sendo prorrogável por mais cinco anos.

(Ascom)

 

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