Muzambinho, 12 de julho de 2024

Rodrigo Pacheco afirma que temas essenciais ao país terão senso de urgência no Senado

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RIO DE JANEIRO – O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou, na segunda-feira (25), que o Senado apreciará propostas ligadas à pauta econômica e de sustentabilidade, entre outras que interessam ao país, com a urgência devida. O senador exemplificou a necessidade da aprovação da reforma tributária para dar sustentação ao novo marco fiscal aprovado pelo Congresso e em vigor no Brasil.

Pacheco participou da abertura da 38ª Conferência Hemisférica de Seguros, organizada pela Federação Interamericana das Empresas de Seguros (FIDES), no Rio de Janeiro, e citou que, neste semestre, para além da reforma tributária, outras proposições relacionadas à renovação energética, como a regulação do mercado de carbono, e o projeto do programa Desenrola, do governo federal, terão a devida atenção do Parlamento. “Todos esses projetos, certamente, serão deliberados. Eu espero que sejam aprovados com o melhor texto possível. Mas há um sentimento de urgência, sim, este ano, em relação a todos esses temas, para que possamos ter um arcabouço legislativo que dê sustentabilidade ao regime fiscal que nós votamos”, ressaltou.

O presidente do Congresso Nacional enfatizou que as pautas com teor para gerar desenvolvimento ao país terão a atenção necessária dos parlamentares. “Precisamos fazer a reforma tributária e precisamos cuidar dessa pauta de economia verde, de transição energética, com absoluta prioridade. Então, eu considero que será um segundo semestre muito produtivo nas duas Casas e vamos conseguir fazer todas essas entregas”, afirmou.

Rodrigo Pacheco citou ainda outros projetos aprovados pelo Senado que atualmente tramitam na Câmara dos Deputados. O senador avaliou a importância da tramitação e aprovação de leis que fortalecerão a efetividade do novo marco fiscal. “Nós votamos uma PEC da Transição, depois fizemos a substituição do teto de gastos públicos através de uma lei complementar, que foi a do novo regime fiscal. Precisamos dar sustentação a esse regime fiscal” disse.

 

(ASCOM)

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