Rodrigo Pacheco cobra ações do Senado para combater a criminalidade na região amazônica

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 O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou, na segunda-feira (13), que a Casa deve se organizar e utilizar os meios legislativos dos quais dispõe para coibir ações criminosas na região amazônica, onde estaria instalado um “estado paralelo”, na esteira do desaparecimento do jornalista Dom Phillips e do indigenista Bruno Araújo Pereira, há mais de uma semana.

Ao se pronunciar sobre o tema no Plenário, o senador relembrou que Pereira vinha denunciando uma série de irregularidades na região amazônica e classificou os desaparecimentos como reveladores de um problema crônico daquela parte do território brasileiro. Pacheco convocou os senadores a utilizarem os instrumentos à sua disposição para coibir a prática de crimes como desmatamento e o garimpo ilegais. “Para além do sentimento de solidariedade com as famílias de Bruno Pereira e de Dom Phillips, disse que nós precisamos reagir. A CCJ do Senado, a Comissão de Meio Ambiente, a Comissão de Direitos Humanos devem se organizar para poder se fazerem presentes para verificarem quais são os reais problemas, diagnosticar esses problemas”, afirmou.

Rodrigo Pacheco destacou não se tratar de uma questão política e afirmou que o trabalho do Senado será feito ao lado das forças policiais, das forças armadas, do IBAMA, da FUNAI, e do ICMBio. “Caso se confirme o fato de terem sido eventualmente assassinados, caso isso se confirme, é uma situação das mais graves do Brasil”, avaliou.

O senador Randolfe Rodrigues apresentou requerimento solicitando a criação de uma comissão externa temporária para investigar o aumento da criminalidade na Amazônia. A solicitação prevê que o grupo seja formado por três integrantes da Comissão de Direitos Humanos, três integrantes da Comissão de Meio Ambiente e três integrantes da Comissão de Constituição e Justiça. O objetivo é que os parlamentares se dirijam ao Vale do Javari para apurar como estão as investigações sobre as causas dos desaparecimentos e investigar a criminalidade na Amazônia. Já o senador Eduardo Girão solicitou a possibilidade de uma CPI para investigar o narcotráfico nas regiões norte e nordeste.

(Ascom )

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