Rodrigo Pacheco cobra participação da Petrobras para frear alta do preço dos combustíveis

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O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), cobrou, na quarta-feira (16), responsabilidade social da direção da Petrobras e sua contribuição para frear a alta recorrente do preço dos combustíveis em razão de a petroleira ter participação da União. O senador destacou ainda o exemplo dado pelo Legislativo na aprovação das propostas legislativas (PL 1472/2021 e PLP 11/20) como meios para coibir a escalada frequente de aumentos.
“Temos que discutir as ideias e a política da empresa, a participação da empresa. Quando digo que a Petrobras tem que ter mais sensibilidade social e cumprir mais com a sua função social é justamente porque, nessa frente de enfrentamento à alta do preço dos combustíveis, aprovamos um PLP em relação ao ICMS, aprovamos o projeto de lei da conta de estabilização e de auxílios à população. A Câmara também tem feito a sua parte, a redução e isenção de impostos federais sobre o diesel. Então, queremos entender com o quê a Petrobras pode contribuir nessa luta, que é a luta comum do Brasil contra esse aumento do preço do combustível. E esperamos essas respostas da Petrobras”, disse Rodrigo Pacheco.
*Ameaças*
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, também informou que a Polícia Legislativa da Casa investiga ameaças, em redes sociais, contra senadores contrários ao projeto (PL 3723/2019) que flexibiliza regras do porte de armas para colecionadores, atiradores esportivos e caçadores (CACs). “Sobre as ameaças, constrangimentos e intimidações a parlamentares em função de posições, seja qual for a posição em relação a esse projeto ou qualquer outro, isso merece o mais absoluto repúdio por parte da presidência do Senado. E além do repúdio, eu quero afirmar que a nossa polícia legislativa está tomando providências de apuração, nos mínimos detalhes, em relação a essas pessoas que foram por uma esfera de criminalidade que merece as punições devidas. E após a conclusão do trabalho da polícia, o Ministério Público cuidará de processar cada uma dessas pessoas que praticaram esses crimes”, explicou.

(Ascom)

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