Ao participar da primeira edição do “Seminário de Combate ao Racismo e à Violência no Futebol”, realizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na quarta-feira (24), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), declarou ser necessária a união das instituições no combate ao racismo e à violência. Ele ressaltou que, com base nesse exemplo, a sociedade será estimulada a adotar iniciativas para a rejeição e o enfrentamento de atos racistas e violentos.
“Ao termos essa consciência de que as instituições funcionam em torno do mesmo objetivo, de não tolerar esse tipo de prática, nós alcançaremos, imagino, aquilo que é o ponto ideal, que nós haveremos de ter um dia no Brasil, que é da sociedade assimilar esses conceitos. Essa assimilação da sociedade, que nós já experimentamos ao longo da nossa existência, da própria sociedade recriminar, eu considero que será o ponto alto nesse combate ao racismo que se constrói a cada dia, tijolo por tijolo, num desenho lógico, até que a gente chegue realmente numa sociedade em que isso não seja mais admitido, e não seja mais tolerado” disse Rodrigo Pacheco, durante o evento.
Por outro lado, o senador destacou a atuação do Legislativo no combate aos dois temas do seminário. O senador citou, como exemplo, a aprovação do PL 4.363/20 pelo Senado, que tipifica a injúria racial como crime de racismo.
Seminário
Rodrigo Pacheco participou da primeira edição do evento ao lado do presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, do cantor e compositor Gilberto Gil, além do presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), Alejandro Domínguez, e do presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Mizael Conrado.
(ASCOM)