Trabalho do Juiz de Muzambinho é enaltecido no Instituto Histórico de Arceburgo

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Como vem sendo realizado anualmente, o Instituto Histórico e Cultural de Arceburgo promoveu no último dia 24 uma sessão magna para comemorar os 130 anos de fundação de Arceburgo, e os 38 anos de existência daquela instituição.
A solenidade aconteceu sob o comando da presidente, sra. comendadora Dona Cecília Galvani Guidorizzi; teve como orador o Professor Sander Rogério Pereira, e contou com a presença do prefeito e vice daquela cidade, do deputado estadual Antônio Carlos Arantes, e do desembargador do Tribunal de Minas Gerais, Exmo. Sr. Dr. Marcos Henrique Caldeira Brant. O evento foi abrilhantado com a apresentação da banda de música “Fortaleza”, daquela cidade.
Naquela solenidade o Dr. Marcos Henrique e a guaxupeana Maria Aparecida Guidorizzi foram condecorados com a Comenda de São João da Fortaleza. Também foram prestadas homenagens aos arceburgueses que completaram 80, 90 e 100 anos de idade, além de homenagens póstumas aos que faleceram naquela cidade ao longo dos últimos 12 meses.
Dentre os vários oradores daquela sessão magna, o pesquisador, historiador e colaborador deste jornal, Wilson Ferraz (foto), discorreu a respeito da preservação do patrimônio histórico e cultural, inclusive explicando tecnicamente a obrigatoriedade de se preservar bens históricos que ainda não foram tombados pelo Conselho do Patrimônio Histórico. O historiador também enalteceu o trabalho do Exmo. Sr. Dr. Flávio Umberto Schimdt, eminente juiz da Comarca de Muzambinho pelo fato do mesmo ter conseguido que o velho acervo desta Comarca continuasse arquivado na cidade, diferentemente de outras comarcas onde os velhos e centenários processos judiciais foram transferidos para Belo Horizonte, o que no entendimento do pesquisador dificulta o trabalho dos historiadores. Wilson ainda acrescentou:
“o acervo da Comarca de Muzambinho remonta ao ano de 1880 e se encontra na mais perfeita ordem. Felizmente o digno, culto e respeitado juiz daquela comarca, Exmo. Sr. Dr. Flávio Umberto Schimdt, num verdadeiro ato de amor pela preservação da história, conseguiu com que aquele acervo continuasse no arquivo daquela respeitável comarca, permitindo aos historiadores e advogados a vista dos autos fora da secretaria para extração de cópias; quiçá tivéssemos mais magistrados com a inteligência, sabedoria, dedicação e envergadura do Exmo. Sr. Dr. Flávio Schimdt.”
Finda a solenidade, o desembargador enalteceu o discurso proferido pelo historiador, solicitou cópia do pronunciamento do mesmo, e ainda se propôs a colaborar na intermediação no acesso dos pesquisadores aos processos que foram transferidos para a capital do Estado.

 

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