Prefiro ser idoso e pronto e continuar batalhando, ser como estimado amigo DR Sérgio Filgueiras de BH, sempre lembrado, que questionado de quando iria se aposentar, profetizava: “até 15 segundos antes de morrer”. Porque isto, o velho não trabalha mais… por problemas de saúde na grande maioria, ou desmotivação, apesar de que “não somos velhos, somos jovens reciclados, com menos colágenos, zero paciência e liberdade suficiente para não dever explicação para ninguém”. E aí, velho é idoso? E idoso é velho? Uai e se, que coisa, vamos refletir um pouco? Vamos lá, façamos um paralelo entre os jovens. Jovem é adulto? Adulto é jovem? O jovem é criança ainda ou amadurecido? Então, acho que tudo depende do nosso começo de vida, de como fomos preparados para enfrentar e viver a vida como ela é. Na minha opinião o velho é velho, porque nesta condição, ele para tudo, não faz mais nada que tenha desafios. Diz: já trabalhei demais. O idoso não, tenta ir em frente, e pensa que cumprir a vida/ Seja simplesmente/ Compreender a marcha/ E ir tocando em frente (como na canção do compositor Almir Sater do mesmo título), respeitando as limitações. Vemos muitos jovens, ainda jovens… velhos e muitos velhos idosos jovens: saber viver em pensamentos, palavras, obras e ações. Enfim, a diferença entre “velho” e “idoso” está na percepção e atitude, não apenas na idade cronológica: “idoso” é visto positivamente, como alguém com experiência que continua ativo, aprendendo e sonhando (idade no coração), enquanto “velho! Pode ter conotação negativa, indicando declínio, falta de vitalidade e apego ao passado, mesmo que a idade de certidão seja a mesma, enquanto o idoso tem planos rugas de sorriso, o velho tem saudades e rugas de amargura, é! Uma questão de qualidade de vida e mentalidade. ET Finito! (Um fim definido).
Fernando de Miranda Jorge
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com