Até parei de digitar, estava prestes a dizer algo sobre os meus “não sei”… meus amigos, meus planos, meus documentos sumidos sempre os procurando, minha vida, meus empreendimentos previsíveis ainda e negócios. Ufa! São muitos, nem calculava tantos. Aí, melhor pensar mais, recorrer a “I.A” pois, escrever sobre as nossas incertezas de ‘fato’ e de apenas para agilizar respostas quando questionado polemicamente ou maliciosamente, pode ou deve ser muito libertador. O “não saber” faz parte da nossa evolução. Numa 1ª opção, para continuar redigindo o texto foco no “autoconhecimento”. “Meus ‘não sei’ não são vazios, são espaços abertos para pensar mais. Aprendi que não saber é o que me permite descobrir… É só dar um tempo, pois não sou imediatista”. Meus ‘não sei’ são ou estão ainda no rascunho. Noutra opção, foco no pragmático no sincero e no social realista. “Hoje em dia, o mundo exige respostas prontas, mas meus não sei são uma resposta honesta para perguntas que ainda não interpretei, ainda não compreendi. Já deu por hoje, fico com o ‘não sei’ do cantor e compositor brasileiro Renato Russo: Não sei mais o que dizer e nem o que pensar…
Fernando de Miranda Jorge
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG – e-mail: fmjor31 @gmail.com