É!!! Numa visão geral, o termo invenção envolve o ato de ‘criar’ (e que eu gosto), algo que não existia antes. Mas e se e se inventar o já inventado, como é que fica, como é que é? Sugere-se a criação, ou recriação e ainda mais o aperfeiçoamento de alguma coisa que já existia. Na maioria das vezes referindo-se a inovações, acrescente-se novas abordagens à problemas antigos ou até mesmo à repetição de conceitos existentes, com inovações de novas tecnologias. Ainda quero entender, buscar mais sobre ‘inventar o inventado’, porque confunde-se na minha cabeça com “descoberta”, que é a aquisição de um conhecimento novo e a invenção, pelo contrário é fruto de trabalho dirigido e que em desvantagens a respostas à problemas que ninguém sabia, e de ter existido antes. Nesse caso o “inventor” adquire a patente no INPI com os méritos da descoberta. E é aqui, como foi na Aciaria da Usiminas em Ipatinga nos anos 70, que o Químico supervisor e o Engenheiro de Minas e Metalurgia Geraldo Celso Ferreira Filho, testaram e aplicaram a “Dessulfuração do Ferro Gusa” utilizando os agentes dessulfurantes (Cal, Carbureto de Cálcio injetados no Carro Torpedo), vindos dos Altos Fornos (remoção do enxofre do ferro líquido, essencial para melhorar a qualidade do ‘aço’, reduzindo sua fragilidade e aumentando a resistência ao impacto, transformando enxofre em sulfeto de cálcio, resíduo inerte removido na escória, processo utilizado até hoje na empresa. Tempos de invenções, de saudades de amigos, companheiros e de descobertas de tecnologias. E amigos do Sistema Usiminas, do Grupo Magnesita, ‘ Victor Transporte’, né Zé Augusto e Immóbile empreendimentos imobiliários: ‘Tempus fugit’ (O tempo foge).
Fernando de Miranda Jorge Acadêmico Correspondente da APC – Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com