Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
IMPRIMIR
Share on facebook
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

A primeira pessoa faz sentir a si mesmo, olhar o mundo e experimentar a vida com os olhos do outro. É como fitar nossa imagem refletida num espelho, ainda que por um instante. Nessa narrativa, quem conta a história também participa dela, usando pronomes como eu, meu, mim e comigo. Contudo, a primeira pessoa também transborda egoísmo quando expressa uma visão de mundo centrada apenas no “eu”. É quando os desejos, as dores e as necessidades do próprio locutor vêm sempre antes de qualquer outra pessoa – acompanhados de justificativas que invalidam os sentimentos alheios. Então fica a pergunta: como lidar com pessoas assim? A resposta exige limites firmes, comunicação clara e inteligência emocional. Como o egoísta foca apenas em si, devemos proteger nosso tempo e nossa energia, sem tentar mudar o outro à força. Já dizia Aristóteles, o filósofo da Grécia Antiga: “O egoísmo não é amor por si próprio, mas uma desordenada paixão por si mesmo”. Diante disso, cabe o questionamento: será que “eu” também sou egoísta? Não, eu não sou. Ou será que sou?…    

 

Fernando de Miranda Jorge

Acadêmico Correspondente da APC

Jacuí/MG – e-mail: fmjor@gmail.com

Notícias Recentes