O ato de dizer o que está guardado precisa de reflexões marcantes. Grandes pensadores e escritores usam a sinceridade e o mistério ao introduzir uma revelação importante. Em uma reflexão pessoal, pausamos para examinar com muita atenção nossos pensamentos, sentimentos, sofrimentos, segredos, escolhas e o sentido da vida. Assim, para enriquecer o texto de hoje, chamamos a escritora e jornalista Clarice Lispector: “Mas quero ter a liberdade de dizer coisas sem nexo como profunda forma de te atingir”; o poeta e tradutor brasileiro Mário Quintana: “No dia em que estiveres muito cheio de incomodações, imagina que morreste anteontem…confessa: tudo aquilo teria mesmo tanta importância?”; e ainda o poeta português Fernando Pessoa: “O meu olhar é nítido como o girassol. Tenho o costume de andar pelas estradas olhando para a direita e para a esquerda, e de vez em quando olhando para trás”. “A vida não é esperar a tempestade passar, é aprender a dançar na chuva”, diz outro belo poema da escritora britânica Vivian Greene. Preciso contar uma coisa para você: como é bom refletir; como é bom pensar na vida como ela é; como é bom ter família; como é bom ter amigos de chegada; como é bom vislumbrar coisas boas; como é bom olhar para trás; como é bom viver o nosso momento. Vale a pena procurar entender o contraditório em uma incompatibilidade lógica entre duas ou mais proposições tomadas em conjunto que geram conclusões – isto é, conhecendo as acusações e os fatos apresentados pelo outro lado.
Fernando de Miranda Jorge
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com