O direito ao voto, hoje em dia no sufrágio territorial brasileiro, é muito discutido, uma vez que pessoas entre 16 e 17 anos, maiores de 70 e analfabetos possuem voto facultativo. Idade não significa amadurecimento, conhecimento e preparação para tal. O berço é o princípio vital para a formação do cidadão pleno em consciência, educação, maturidade e independência. Nós, brasileiros, ainda estamos longe de ser um país desenvolvido e próspero. O homem, como ser pensante, dotado de inteligência, ainda não está preparado para ser útil, sem interesse, ao país, ao próximo e ao desenvolvimento. O vil metal, aquele que desde os primórdios vigora e comanda os fracos de caráter, de ideal e de bases sólidas, ainda impera. É muito triste ver o avanço da tecnologia, mas a qualidade do ensino e da educação declinar. Também é triste atingir o ápice da maior idade cronológica e ver o ser humano sem cuidado, mal preparado – para votar consciente em 2026 -, mal alimentado, maltratado e vivendo sem perspectivas. A Terra, nesse Brasil, tornou-se um país dotado de grandes belezas mal aproveitadas, devastadas e exploradas por mentes doentes e corruptas, plenas de poder e cobiça, levando vantagens em tudo. O voto é o direito do cidadão consciente; use-o em benefício global, não de uma pequena minoria. Somente uma vitória eleitoral de peso para esse arbítrio dominante no país. Por isso a importância do voto consciente. A cizânia está semeada, assim como a corrupção vigente. Uma ditadura consolidada não cai fácil. O Brasil está perdido, mergulhado na escuridão, está em hora definitiva. Vive de escândalos há décadas. Agora veio o auge. Ou se restaura o império da lei ou se instalará a anomia – a ausência ou enfraquecimento de leis: cada um fará que quiser, a lei do mais forte.
Fernando de Miranda Jorge
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com