Na segunda-feira, 18 de maio, após a celebração da missa das 19h00, na Catedral de Nossa Senhora das Dores, em Guaxupé, aconteceu a cerimônia de coroação de Nossa Senhora pelos advogados inscritos na 57ª Subseção da OAB/Ordem dos Advogados do Brasil, que tem por presidente o Dr. Maylon Furtado Passos.
Anualmente, sempre no mês de maio, as paróquias católicas promovem celebrações em que os fiéis colocam flores e uma coroa física sobre a cabeça da imagem de Maria, acompanhados de cantos e de orações.
Conforme a tradição da Igreja Católica Apostólica Romana, a cerimônia de coroação de Nossa Senhora seria o reconhecimento de que ela significa ser a “Rainha do Céu e da Terra”. Para os cristãos, por ela ser considerada a mãe de Jesus, ela deve receber uma coroa de glória, representando a sua pureza diante da Espiritualidade maior.
Na paróquia de Nossa Senhora das Dores, normalmente a coroação realizada pelos profissionais do Direito acontece no dia 19 de maio, dia dedicado a Santo Ivo, padroeiro e protetor dos advogados. Acontece que neste ano, o dia 19 caiu numa terça-feira, dia de folga dos sacerdotes incardinados na Diocese de Guaxupé. Desta forma a celebração foi antecipada para a véspera.
A celebração foi presidida pelo Padre Alexandre Gonçalves, tendo este enaltecido, principalmente, o trabalho dos advogados que defendem gratuitamente os necessitados, conforme pregava Santo Ivo, promovendo a paz e a conciliação entre as pessoas. O sacerdote também mencionou que os profissionais do Direito devem sempre atuar com ética, sabedoria e espírito conciliador, buscando sempre resolver os conflitos de forma justa, fazendo com que prevaleça sempre a justiça entre os homens.
Representando a classe, a advogada Maria Amélia Chueiri foi quem colocou a coroa sobre a cabeça da imagem, enquanto que a tesoureira da subseção, Caroline Carloni, entronizou um arranjo com orquídeas no nicho especialmente organizado para a receber a imagem durante as celebrações marianas.
Foi um momento de muita fé e devoção dos profissionais do Direito que rogavam pela proteção divina no seu mister.
(Colaborou: Wilson Ferraz)