Muzambinho, 8 de maio de 2024

ATÉ QUANDO devemos esperar

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O necessário para mudar de etapa? Porque e para que esperar? Devemos ficar esperando ou devemos ir atrás? Como aprender a esperar? Sei, não é nossa culpa. Ou será? Não é desculpa ou será? Mas, a má distribuição com tanta riqueza por todo lado. Não é nossa culpa ou será? Até quando esperar, não ser preciso pedir trocados para levar o que comer para casa. Ser igual. Mesmas condições e oportunidades. Até quando? Esperar a ajuda de Deus. É. Não temos culpa pela má distribuição. Não temos culpa pela corrupção, ela chegou e se alastrou por todo canto. Institucionalizou-se também. Ou temos culpa? Até quando esperar? Se nada mudou e nem vai mudar, nada importa a ninguém ou ninguém se importa com nada. E para que dizer alguma coisa se é complicado dizer? Se já se perdeu e tudo vai ficando para traz? É assim que funciona. Um acontecimento ruim hoje, outro amanhã e outro e os primeiros são rapidamente esquecidos. Mas não é nossa culpa, não é desculpa. E mesmo que saibamos que muita riqueza que anda por aí, esteja em mãos despreparadas, pela corrupção e injustiça, ainda assim, precisamos sentir alguma coisa. Gritar por alguém, por uma providência, ainda que hoje, seja um dia qualquer, um dia comum. É como um dos versos da composição ‘Um dia Comum’ de César Oliveira e Rogério Melo. Dupla que interpreta música tradicional gaúcha: “Foi-se o tempo em que ter o que dizer serviu pra alguma coisa e encontrei sentido em manter passos que nada de novo oferecem ou esperanças de que tudo isso irá ter fim”. Hoje não é um dia especial pra ninguém!

Fernando de Miranda Jorge – Acadêmico Correspondente da APC

Jacuí/MG- e-mail: [email protected]

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