O encontro do Marketing do “Carnaval” com a realidade do cotidiano brasileiro entre o certo e o errado é gritante, de quem gosta, não é só gostar, é gastar. Kit folião, proteção da chuva, bebidas e participação em ‘blocos, desfiles de escolas de samba’, chegadas e saídas, viagens… em busca de um prazer diferente durante o feriado, podendo ou não financeiramente, o divertimento acontece em comércio e rendas regionais, pré-carnaval e durante o mesmo. O Carnaval, é um festival do Cristianismo ocidental que ocorre antes da estação litúrgica da Quaresma, entre fevereiro e março, motivando uma festa pública de rua. As pessoas usam trajes permitindo-lhes perder a sua individualidade do dia a dia e experimentar o sentido elevado de unidade social. Além de animar as ruas e praças das cidades, os Carnavais contribuem para a economia regional movimentando tudo, serviços e turismo. O Carnaval é originário de antigas festas pagãs e a tradição evoluiu na Europa medieval e chegou ao Brasil através dos portugueses como o “entrudo”, um tempo em que passear pela rua era correr o risco de ser encharcado com um balde de água ou ser empurrado para se sujar na lama, diferentes formas de brincar e extravasar e antes dos dias de restrições e penitências. Você que gosta do Carnaval, foliões de todas as idades, jovens e adultos buscam na celebração, conexão social e alívio das tensões diárias. Eu que não gosto, sigo firme no bloco do “não vou, não quero, não vou mesmo”. /Hei você aí, me dá um dinheiro aí/.
Fernando de Miranda Jorge
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG-e-e-mail: fmjor31@gmail.com