Agora virou moda no cotidiano, já perceberam? Ninguém erra mais, pois simples assim: somos humanos, todos nós erramos, até mais de uma vez. Essa frase “errar é humano”, comumente completada por “persistir no erro é diabólico” (atribuída a Santo Agostinho) ou “perdoar é divino” (Alexander Pope), destaca a imperfeição como parte inerente à nossa natureza. Ela indica que falhas ocorrem em tentativas de acerto e são cruciais para o aprendizado e crescimento pessoal. Significa que cometer erros é uma consequência natural da condição humana, não um sinal de fracasso total. A sabedoria está em não se deixar dominar pelo erro, aprendendo com ele, em vez de repeti-lo por teimosia ou burrice. Sou da opinião que devemos fazer bem feito da primeira vez, evitando assim o refazer e errar outra vez. “Errare humanum est” – o conceito muitas vezes citado em latim, nos convida a aceitar nossas limitações com maturidade e usar os erros como parte do processo de amadurecimento. E se entendermos isso assim, “cometer um erro ou fazer algo errado, é perdoável porque faz parte da natureza humana cometer erros. Mas, continuar a praticar isso após perceber que está errado é uma falha moral ou um defeito pessoal, deve ser corrigido. “No fim das contas, errar é o que nos torna humanos; aprender com o erro é o que nos tornamos melhores”. Ou o erro só é um beco sem saída para quem desiste de caminhar. Para os outros, é apenas uma nova sinalização no percurso”. Afinal, o erro só é um ponto final para quem se recusa a aprender!
Fernando de Miranda Jorge
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com