Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
IMPRIMIR
Share on facebook
Share on whatsapp
Share on email
Share on print

É!!! Numa visão geral, o termo invenção envolve o ato de ‘criar’ (e que eu gosto), algo que não existia antes. Mas e se e se inventar o já inventado, como é que fica, como é que é? Sugere-se a criação, ou recriação e ainda mais o aperfeiçoamento de alguma coisa que já existia. Na maioria das vezes referindo-se a inovações, acrescente-se novas abordagens à problemas antigos ou até mesmo à repetição de conceitos existentes, com inovações de novas tecnologias. Ainda quero entender, buscar mais sobre ‘inventar o inventado’, porque confunde-se na minha cabeça com “descoberta”, que é a aquisição de um conhecimento novo e a invenção, pelo contrário é fruto de trabalho dirigido e que em desvantagens a respostas à problemas que ninguém sabia, e de ter existido antes. Nesse caso o “inventor” adquire a patente no INPI com os méritos da descoberta. E é aqui, como foi na Aciaria da Usiminas em Ipatinga nos anos 70, que o Químico supervisor e o Engenheiro de Minas e Metalurgia Geraldo Celso Ferreira Filho, testaram e aplicaram a “Dessulfuração do Ferro Gusa” utilizando os agentes dessulfurantes (Cal, Carbureto de Cálcio injetados no Carro Torpedo), vindos dos Altos Fornos (remoção do enxofre do ferro líquido, essencial para melhorar a qualidade do ‘aço’, reduzindo sua fragilidade e aumentando a resistência ao impacto, transformando enxofre em sulfeto de cálcio, resíduo inerte removido na escória, processo utilizado até hoje na empresa. Tempos de invenções, de saudades de amigos, companheiros e de descobertas de tecnologias. E amigos do Sistema Usiminas, do Grupo Magnesita, ‘ Victor Transporte’, né Zé Augusto e Immóbile empreendimentos imobiliários: ‘Tempus fugit’ (O tempo foge).

Fernando de Miranda Jorge Acadêmico Correspondente da APC – Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com

Notícias Recentes