Sobre fantasmas e problemas

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Foi em um povoado próximo a Santa Cruz da Aparecida, mais conhecida como Santa Cruz das Sete Facadas. Trata-se de um distrito de Monte Belo, Sul de Minas Gerais, caracterizado por paisagens montanhosas. O clima apresenta chuvas torrenciais e variações de temperatura como as deste mês de fevereiro. Lá viveu um homem cuja casa diziam ser mal-assombrada. Ele fez de tudo para poder espantar os problemas decorrentes dos sustos que costumava levar. E toma uma decisão: joga tudo o que tinha para dentro de uma carroça e vai procurar um outro lugar para morar. No meio do caminho, encontra um amigo que pergunta: “Para onde você está indo?” – Antes que ele responda, sai uma voz cavernosa de dentro da carroça: “Estamos indo pegar a estrada para deixar o povoado!” O homem achou que tinha deixado os maus espíritos para trás, mas eles voltaram para lhe fazer companhia! Segundo Santo Agostinho, o Diabo mora nos detalhes, por isso algumas pessoas levam em conta sinais de que alguém entra em sua casa sem ser convidado. Um tipo de barulho que ocorre ouvir em casas-mal assombradas é o de um choro, que pode até ser leve, quase silencioso, e ganhar traços de lamúrias, sussurros ou outros ruídos! O problema não é o problema, mas a atitude diante do problema! – Ficção e realidade se apresentam – sempre – como duas faces da mesma moeda. Pessoas corajosas estão cheias de dúvidas enquanto outras estão cheias de incertezas. – Na verdade, algumas delas precisam de muita ficção para aguentar a vida! – É isso.

 

Paulo Augusto de Podestá Botelho (Paulo Botelho) é Professor e Escritor. 

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