Se chove-não-molha, tudo bem. Tempestade, tenho medo. Nenhuma ideia vale uma vida, enquanto houver Sol não tenho medo da chuva. É caminhando que se acha o caminho, sem chuva. Mas, chove chuva sem parar, mesmo em época de chover, tenho medo. Tive perto de entender a chuva, o sol, a lua quando criança: quão necessários para o planeta e nossas vidas. O que me faltava naquelas alturas, não falta mais. O necessário e o incondicional, uma reflexão sobre diferentes aspectos da existência humana. Aquilo que é essencial para a sobrevivência e bem-estar. Como alimentação, abrigo e segurança, física e emocional. Por isso, ter medo da chuva não é aceitar tudo. “Comece fazendo o que é preciso, depois o que é possível e de repente estará fazendo o impossível”. Até de não temer a chuva…aprenda a apreciar a chuva, pois quem deseja ver o arco íris, precisa aprender a gostar da chuva. Alguns pressentem que vai chover; outros contentam-se em molhar-se. E, eu? Bem, vou ver os pingos d’água escorrer pela vidraça da minha casa!
Fernando de Miranda Jorge
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com