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Antes mesmo de mais nada, do bom dia e antes ainda do raiar do dia, que fiz uma boa ação, salvei uma amizade que andava meio estranha, realizei um sonho, tive uma boa notícia… um pequeno sonho, mas um sonho real. Estou cheio de felicidade! Engraçado, quando isso acontece, dá vontade de falar com alguém, contar o acontecido, esvaziar a cabeça passar à frente. Para que, para nada. Fiz uma boa jogada e por isso escrevo e não falo. Melhor assim porque diante de uma frustação, releio a boa nova e o sol voltará a brilhar novamente. Estou feliz e não nego, por enquanto até realizar outra jogada de bons costumes e não pensar em mais nada, segue a vida. Afinal, uma boa jogada na vida é aquela que termina em um abraço. Às vezes, o melhor jeito de contar um sonho realizado é primeiro confidenciá-lo ao papel. Ao decidir escrever em vez de apenas falar, transformei um acontecimento em memória. Essa “boa jogada” da vida me ensinou que a felicidade compartilhada com a própria, é o primeiro passo para que ela seja real. “Contar ao papel foi o meu primeiro brinde”. O resto que espere uma outra boa jogada.

 

Fernando de Miranda Jorge

Acadêmico Correspondente da APC

Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com

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