‘Correria, estou garrado’: ligo o cronômetro, o dia já nasce com o pé no freio e o olho no “Wase”. Entre o para e segue do trânsito, a cabeça já está na primeira reunião, calculando metas que parecem maiores que o engarrafamento. Para quem corre atrás, cada sinal vermelho é um teste de paciência, mas o foco é um só: chegar e fazer acontecer, não importando com os obstáculos pelo caminho. A “meta” perseguida, tem que ser batida. A volta para casa é lenta, sob as luzes da cidade, mas o peso no peito é de missão cumprida. O trânsito de retorno é o momento de processar os números alcançados e as batalhas vencidas. Quando a chave vira na fechadura, o cansaço apertando, vem a sensação de que o esforço valeu a meta e compensa tudo. O descanso é curto, foi um dia inteiro atribulado… O Topo não aceita pausas. Um dia completo, para começar outro amanhã. Segundo reflexões filosóficas e frases inspiradoras, “um dia inteiro” é interpretado não apenas como um ciclo de 24 horas, mas como uma vida inteira em miniatura, na visão da jornalista, colunista social e advogada brasileira ‘Glorinha Cohen’.
Fernando de Miranda Jorge
Acadêmico Correspondente da APC
Jacuí/MG – e-mail: fmjor31@gmail.com